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Peugeot admite rever investimento por causa da energia

A perspectiva de uma crise energética no Brasil e na Argentina poderá alterar os planos de investimento do grupo PSA Peugeot Citroën nos dois países, segundo o diretor-geral da empresa no Brasil e Mercosul, Vincent Rambaud. A PSA planeja desembolsar US$ 500 milhões no Brasil e na Argentina até 2010, mas ainda não definiu qual a quantia destinada a cada país. O volume de recursos para cada país dependerá do esforço de cada governo em solucionar os problemas de falta de energia, segundo o executivo."Infelizmente o Brasil não está sozinho (na crise de energia). A maneira como cada país vai administrar esse problema vai ser levado em consideração. O que falta decidir é como vai ser dividido esse investimento nos diferentes países", afirmou Rambaud, durante a apresentação da nova sede administrativa da empresa, no bairro de Botafogo, zona sul do Rio, e lançamento da campanha institucional da PSA.As vendas totais da montadora francesa deverão crescer 35% este ano, em relação à venda de 96 mil unidades registradas no ano passado, estimou Rambaud. No primeiro semestre, o executivo diz que as vendas das duas marcas cresceram 25%. No segundo semestre, ele estima um aumento de 50% ante igual período do ano passado. No dia 1º de dezembro, a fábrica de Porto Real, no sul fluminense, inicia o terceiro turno, com 700 trabalhadores a mais.No ano que vem, a PSA vai produzir 50 mil carros a mais com o terceiro turno, ante a produção atual de 100 mil unidades anuais. Cerca de 30% da produção é exportada para a América Latina, sendo que deste porcentual, 80% tem como destino a Argentina.

ALBERTO KOMATSU, Agencia Estado

13 de novembro de 2007 | 17h56

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