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Peugeot Citroen é acusada de fraudar software de emissão de poluentes

Ações da PSA, que controla as duas marcas, caíram mais de 4% na bolsa de Paris na manhã desta sexta-feira, 8

Agências, Reuters

08 Setembro 2017 | 12h00

O Grupo PSA, responsável pelos carros das marcas Peugeot e Citroen, foi acusado nesta sexta-feira, 8, de vender 2 milhões de veículos com softwares capazes de mostrar emissões de poluentes menores que as de fato feitas pelos automóveis. A notícia foi publicada pelo jornal francês Le Monde, citando uma investigação do governo francês. 

Em resposta à matéria do Le Monde, um porta-voz da PSA negou qualquer prática fraudulenta. Após a publicação, as ações da empresa eram negociadas com forte baixa nesta sexta-feira, com queda de 4,4% na bolsa de Paris. 

A PSA é a quarta empresa a ser investigada por fraudar as emissões de poluentes pelas autoridades francesas, depois de Volkswagen, Renault e Fiat Chrysler. Segundo as autoridades, o software usado pela empresa mostram emissões menores de óxidos de nitrogênio, seguindo a regulação, mas permitem que o carro faça as emissões na atmosfera. 

De acordo com o Le Monde, um documento interno da PSA obtido pela investigação francesa inclui uma discussão sobre a necessidade de fazer "o software parecer menos óbvio e visível". No entanto, a PSA insiste que não cometeu nenhuma fraude ou ato ilegal a respeito da calibragem de seus motores.

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