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PF acredita que furto da Petrobras ocorreu em terminal no Rio

Segundo jornal, empresa pode ter sido alvo de dois furtos; discos rígidos teriam sido levados em data anterior

Da Redação,

21 de fevereiro de 2008 | 09h47

A Polícia Federal (PF) investiga os lugares onde pode ter ocorrido o roubo de notebooks e discos rígidos com informações da Petrobras. Segundo a PF, há três prováveis locais. Primeiro, no terminal Poliportos, onde ficou cinco dias parado aguardando o transporte rodoviário, em uma área alugada pela empresa. Depois, no posto de gasolina Mucelin, em Itaboraí, onde a carreta da transportadora Transmagno pernoitou de 29 para 30 de janeiro. E, por fim, na sede da Halliburton em Macaé, aonde chegou no dia 30 - o contêiner foi aberto no dia 31. No entanto, as investigações apontam uma maior probabilidade de o crime ter acontecido no terminal de contêineres Poliportos.   Segundo informações divulgadas pelo jornal Folha de S. Paulo, a Petrobras teria sido alvo de dois furtos. A empresa Halliburton informou à PF que os dois discos rígidos não estavam no contêiner arrombado. Segundo funcionários da empresa, o furto desses equipamentos ocorreu provavelmente em um galpão, em data anterior à troca de cadeados que permitiu o furto.      O contêiner foi transportado do porto do Rio, aonde chegou no dia 25 de janeiro, para o escritório da empresa americana Halliburton em Macaé, onde foi descoberto o furto no dia 31.   O rastreador do caminhão já mostrou à polícia que o veículo parou apenas no posto, por causa da forte chuva na tarde do dia 29. Quando o tempo melhorou, o motorista, percebendo que não conseguiria chegar a Macaé até as 23 horas - horário limite permitido pela empresa para que seus caminhões trafeguem -, preferiu pernoitar por ali e seguir no dia seguinte.   A polícia sabe que  o posto tem segurança própria, o que faz com que seja pouco provável que o contêiner tenha sido arrombado no local. Por isso, todas as investigações estão centradas no Poliportos. Informações oficiais da Delegacia Especial de Polícia Marítima (Depom) indicam que há 10 anos não há registros de assaltos no porto do Rio. O caso da Petrobrás já foi classificado como uma ocorrência especial.   Até o momento a PF não achou necessário investigar o percurso marítimo, feito entre os dias 18 e 25 de janeiro. O contêiner foi transportado da plataforma de perfuração NS-21, na Bacia de Santos, até o Rio em um rebocador contratado pela Petrobrás.   Na quarta-feira, 20, a delegada Carla Dolinski ouviu três empregados da Petrobrás que trabalham em um terminal da empresa na cidade e não tiveram contato com a carga, dois empregados da Halliburton e um da Transmagno. O supervisor da Halliburton Reginaldo Matos, que já foi ouvido, esteve na delegacia para entregar documentos requisitados por Carla.

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