PIB cai na Argentina e prejudica renda dos assalariados

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina não pára de ser negativo e apresentará no segundo trimestre deste ano uma queda de 14%, comparando com igual período de 2001. Em termos monetários, esta cifra significa que entre maio e junho, os assalariados e empresários ganharam 9,9 bilhões de pesos a menos e que deixaram de ganhar 39,8 bilhões de pesos. Os dados oficiais serão divulgados somente na quinta-feira da semana que vem. Porém fontes da Direção de Contas Nacionais do Ministério de Economia revelaram ao jornal Ámbito Financiero que estes números seriam a taxa de variação interanual. No entanto, as cifras não seriam totalmente negativas. Ao comparar as variações, o segundo trimestre do ano contra o primeiro, a atividade não haveria caído e, inclusive, se espera que ao realizar o ajuste final dos dados, se possa registrar um pequeno aumento de 0,1% a 1%. Se o número for confirmado, seria o primeiro aumento depois de seis trimestres consecutivos de queda do PIB. Além disso, a última vez que o PIB cresceu do segundo trimestre contra o primeiro, foi em 1998, início da crise argentina.Leia o especial

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