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PIB cai sobre trimestre anterior e cresce sobre mesmo período de 2002

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do primeiro trimestre de 2003 registrou queda de 0,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior, ou seja, o quarto trimestre de 2002, segundo informou hoje o IBGE. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o conjunto de riquezas geradas no país nos três primeiros meses do governo Lula registrou expansão de 2%. No acumulado em quatro trimestres, registrou expansão de 2,2%, o que sinaliza uma ligeira recuperação em relação ao acumulado até o final do ano passado. Nos quatro trimestres de 2002 (de janeiro a dezembro), o PIB registrou expansão de 1,5%. Nos quatro trimestres encerrados em setembro, a expansão havia sido de 0,5% em relação a igual período anterior. A agropecuária continua puxando para cima o PIB nacional, com um aumento de 3,7% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2002. Nesse mesmo período, a indústria decresceu 2,2% e os serviços não apresentaram variação. Perto do teto das expectativas Havia uma grande dispersão entre as expectativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado. Essas expecatativas variavam de uma queda de 0,90% a um crescimento de 2,50% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.Queda no investimento das empresasAs empresas reduziram de forma expressiva os investimentos no primeiro trimestre deste ano, em relação ao final do ano passado, conforme os dados divulgado pelo IBGE. Segundo o instituto, a formação bruta de capital fixo caiu 4,6% em relação ao último trimestre de 2002. Outro componente a registrar queda foi o grupo de exportações que caíram 1,3% no mesmo período, após expansão acelerada nos trimestres anteriores. Já as importações inverteram o movimento e registraram expansão de 4,5% em relação ao trimestre imediatamente anterior. O crescimento das importações puxa o PIB para baixo. Os demais itens do PIB sob a ótica da demanda - consumo das famílias e consumo do governo - registraram poucas oscilações. O consumo das famílias registrou queda de 0,6%, e o consumo do governo registrou aumento de 0,5% no trimestre, em relação ao trimestre imediatamente anterior, já com os ajustes sazonais, ou seja, desconsiderando os feriados .

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