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PIB da zona do euro fica abaixo do esperado e cresce 0,3% no terceiro trimestre

Na Alemanha, o consumo privado foi o maior propulsor do PIB, enquanto a Grécia teve um trimestre melhor do que o previsto com maior receita de turismo e consumo

Dow Jones Newswires

13 de novembro de 2015 | 11h02

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,3% no terceiro trimestre ante o segundo, de acordo com dados preliminares da agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio um pouco abaixo da previsão de analistas consultados pela Dow Jones Newswires, de alta de 0,4%, ritmo em que a economia da região avançou no segundo trimestre ante os três meses anteriores.

Na comparação anual, o PIB do bloco teve crescimento de 1,6% entre julho e setembro, como previa o mercado. Segundo a Eurostat, o avanço anualizado do PIB da zona do euro no terceiro trimestre foi de 1,2%, o mais fraco desde o terceiro trimestre do ano passado. 

O PIB da Alemanha, considerada a locomotiva da Europa, cresceu 0,3% no terceiro trimestre ante o segundo, em linha com as expectativas do mercado. Na comparação anual, o PIB alemão teve expansão de 1,7% entre julho e setembro, também como previa o mercado.

Segundo a Destatis, agência de estatística do país, o consumo privado foi o maior propulsor do PIB no terceiro trimestre. Os investimentos, por sua vez, caíram levemente em relação ao segundo trimestre.

Na França, o PIB cresceu 0,3% no terceiro trimestre ante o segundo, quando a economia havia estagnado. Na comparação anual, o PIB francês registrou alta de 1,2% entre julho e setembro, um pouco acima do esperado. 

O ministro de Finanças da França, Michel Sapin, declarou que o país deverá crescer pelo menos 1,1% este ano e está "bem posicionado" para atingir expansão de 1,5% em 2016.

Sul europeu. O PIB da Grécia caiu 0,5% no terceiro trimestre na comparação com o anterior. Na comparação anual, o PIB teve queda de 0,4%. Apesar do resultado negativo, o PIB veio melhor que o esperado por economistas. Alguns dos analistas previam até queda de 3% no PIB trimestral, após o país ter imposto controles de capital em junho.

A receita mais forte com turismo e os gastos dos consumidores, temerosos de que pudessem perder seus depósitos nos bancos do país, podem ter contribuído para o resultado.

Na Itália, o PIB cresceu 0,2% no terceiro trimestre ante o segundo e 0,9% na comparação anual. Já o PIB de Portugal ficou estável em relação ao segundo trimestre e cresceu 1,4% ante o mesmo trimestre de 2014. 

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