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PIB do Brasil segue distante de outros integrantes dos BRICs

Apesar do crescimento de 5,4%, expansão da economia brasileira continua atrás de China, Rússia e Índia

PATRICIA LARA, Agencia Estado

12 de setembro de 2007 | 13h48

O ritmo de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil do segundo trimestre de 2007 voltou a ficar abaixo do vigor exibido por outros países companheiros do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Dados divulgados nesta quarta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o Brasil cresceu 0,8%, ante o primeiro trimestre. Na comparação com o segundo trimestre de 2006, a alta foi de 5,4%.   Veja Mais: PIB do segundo trimestre tem a maior alta desde 2004 A medida do crescimento do País    Na Índia, o crescimento da economia foi de 9,3% no período de abril a junho - o primeiro trimestre do ano fiscal do País, no comparativo com o mesmo trimestre de 2006, conforme dado divulgado em 31 de agosto. Mas enquanto o ritmo da economia brasileira se acelerou ante a expansão de 4,4%, anual, do primeiro trimestre, o ritmo da economia indiana apresentou uma moderação ante a expansão de 9,6% do período de janeiro a março. Ainda assim, o valor superou a previsão dos analistas consultados pela Dow Jones, que previam alta de 8,9%.   A China protagonizou aceleração como o Brasil, mas, novamente, com uma robustez maximizada. O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 11,9% no segundo trimestre ante igual período do ano passado, informou o Escritório Nacional de Estatísticas. O crescimento superou o ritmo de 11,1% do primeiro trimestre.   Os dados mais recentes sobre a economia russa referem-se ao semestre de janeiro a junho. Nesse período, a expansão foi de 7,9%, ante igual período de 2006. No semestre, o PIB brasileiro subiu 4,9%%, em relação ao primeiro semestre de 2006.   Mais emergentes   Outros países emergentes também computaram expansões expressivas. Exibindo um padrão chinês, a Eslováquia confirmou o status de economia mais dinâmica da Europa. Graças ao vigor de suas exportações e do setor manufatureiro e do crescimento dos salários internos, a expansão anual foi de 9,4% no segundo trimestre, segundo dado do Escritório de Estatísticas, o que representou uma aceleração ante o ritmo de 9% do primeiro trimestre.   A Polônia cresceu 6,7% no segundo trimestre, na comparação com igual período de 2006, de acordo com dados preliminares divulgados pelo Escritório Central de Estatísticas em 30 de agosto. A expansão, no entanto, foi inferior ao ritmo de 7,4% do primeiro trimestre. A República Checa cresceu 6% no segundo trimestre, abaixo da expansão anual de 6,4% do primeiro trimestre.   Na Lituânia, a expansão econômica se desacelerou para 8% no segundo trimestre, no comparativo anual, ante 8,3% no primeiro trimestre. A Formação Bruta de Capital Fixo na Lituânia aumentou 20,5%, no ano, no segundo trimestre. No Brasil, os investimentos, no conceito de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), apresentaram elevação de 13,8%.   A economia das Filipinas fechou o segundo trimestre com o maior crescimento em 20 anos. O PIB expandiu 7,5% no segundo trimestre, ante igual período de 2007, puxado não só pela performance do comércio e do setor manufatureiro, mas também pelos gastos dos consumidores. Na Malásia, o PIB do segundo trimestre avançou 5,7%, graças ao crescimento sustentável dos serviços e construção, além da forte recuperação do setor minerador.   Na África do Sul, o crescimento do segundo trimestre foi de 4,5%, ante o mesmo período de três de 2006, abaixo do aumento de 4,7% do primeiro trimestre.

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