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PIB do Brasil só recua menos que Venezuela e Suriname na América Latina

Em 2017, País deve ter desempenho positivo de 0,5%, influenciado por cenário global mais favorável

Camila Turtelli, O Estado de S. Paulo

12 de outubro de 2016 | 22h18

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) prevê agora que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil vai encolher 3,4% este ano, o que representa uma melhora de 0,1 ponto porcentual ante a estimativa anterior, feita em julho pela comissão (-3,5%). Apesar da leve melhora, o Brasil continua com o terceiro pior desempenho da região em 2016, atrás apenas da Venezuela, que deve ter recessão de 8%, e do Suriname, com retração prevista de 4%, de acordo com estudo divulgado ontem.

Já para 2017, o Brasil deve ter um desempenho positivo de 0,5%. As projeções para o ano que vem dão conta de um cenário global mais positivo, com preços das matérias-primas melhores em relação aos níveis médios de 2016. Além disso, a expectativa é de que o crescimento dos parceiros comerciais dos países da região seja maior.

A comissão espera uma contração média de 0,9% na América Latina e no Caribe este ano. Para 2017, a projeção é de retomada da dinâmica econômica com crescimento médio de 1,5%. As economias da América do Sul, especializadas na produção de bens primários, em especial petróleo, minérios e alimentos, terão um crescimento médio em 2017 de 1,1%, que contrasta com a contração esperada de 2,2% em 2016.

Para as economias da América Central a expectativa é de uma taxa de crescimento de 4% para 2017, acima dos 3,7% projetados para 2016. Segundo a Cepal, para sustentar o maior crescimento esperado em 2017, é necessário dinamizar o investimento e aumentar a produtividade, sendo primordiais aportes em infraestrutura e inovação. 

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