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PIB dos EUA cresce pela 1ª vez em mais de um ano

A economia dos Estados Unidos cresceu no terceiro trimestre pela primeira vez em mais de um ano graças a uma retomada nos gastos consumo, mas o mercado de trabalho fraco deve manter a recuperação lenta. O Produto Interno Bruto (PIB) subiu acima do esperado, a uma taxa anual ajustada de 3,5% entre julho e setembro, informou o Departamento do Comércio, na primeira estimativa para o desempenho do PIB no terceiro trimestre. Economistas previam crescimento de 3,2% do PIB neste trimestre.

REGINA CARDEAL E MARCÍLIO SOUZA, Agencia Estado

29 de outubro de 2009 | 10h50

O crescimento foi o primeiro desde o segundo trimestre de 2008. O dado serve como uma confirmação não oficial de que a mais longa e profunda recessão desde a Grande Depressão terminou. A palavra oficial sobre inicio e fim das recessão cabe ao Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER, na sigla em inglês), que declarou o começo da recessão em dezembro de 2007. O grupo privado ainda precisa anunciar a data do término da recessão.

O ganho do PIB foi puxado pelos gastos com consumo, que subiram 3,4% no terceiro trimestre, ante queda de 0,9% no período abril a junho. Os gastos com consumo contribuíram com 2,36 pontos porcentuais para o crescimento do PIB.

Gastos com consumo

O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) subiu à taxa anualizada de 2,8% no terceiro trimestre nos Estados Unidos. No segundo trimestre, o índice apresentou alta de 1,4%. O núcleo do índice, que exclui alimentos e energia e é olhado de perto pelo Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano), aumentou 1,4% no terceiro trimestre deste ano, menos que a alta de 2% registrada no segundo trimestre, num sinal de que as pressões inflacionárias seguem controladas.

O índice de preços para as compras domésticas brutas, que mede os preços pagos por residentes nos EUA, aumentou 1,6% no terceiro trimestre, depois de apresentar alta de 0,5% no segundo. O deflator implícito do PIB aumentou 0,8%, depois de ficar estável no segundo trimestre. As informações são da Dow Jones.

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