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PIB no 3º trimestre pode crescer 2,2% ante o 2º, diz Mantega

Ministro afirma que medidas do governo estão ajudando a gerar empregos e a manter superávits fiscais

Renata Veríssimo, da Agência Estado,

08 de outubro de 2009 | 11h18

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quinta-feira, 8, que espera um crescimento no PIB do terceiro trimestre de 2009 de 2% a 2,2% ante os três meses anteriores. O ministro afirmou, durante uma avaliação macroeconômica na solenidade do oitavo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que o governo tem conseguido promover um novo padrão de desenvolvimento, com crescimento virtuoso da economia, gerando empregos por meio do aumento dos investimentos e mantendo os superávits fiscais. "Cumprimos estes objetivos, apesar da crise", disse o ministro.

 

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Ele lembrou que a meta de crescimento prevista no PAC era de 4,5% ao ano a partir de 2007. Mantega disse que somente este ano esta projeção não será superada, mas acrescentou que a expansão do PIB voltará a este patamar em 2010. Ele previu um crescimento de 4,5% a 5% no próximo ano. "Estamos cumprindo rigorosamente a meta do PAC de ter um crescimento mais acentuado no País", afirmou.

 

Mantega aproveitou para destacar a recuperação da produção industrial e a geração de 700 mil novos empregos este ano "em plena crise". O ministro estimou que até o final do ano o número de novos empregos chegará a um milhão. Mantega também disse que o mercado interno continua em processo de expansão, estimulando a atividade econômica.

 

Ele ressaltou ainda a redução da taxa básica de juros, que se encontra no menor patamar dos últimos tempos. "Reduzimos a taxa de juros e mudamos o paradigma de que a economia só trabalha com juros altos. Esse mito foi desfeito pela realidade", disse, admitindo que a crise ajudou a promover uma queda dos juros. "Mas estamos com uma taxa bastante conveniente para estimular a atividade econômica". Mantega ainda disse que se não fossem os bancos públicos, na oferta de crédito, durante o período de crise, não haveria uma recuperação tão rápida da economia brasileira.

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