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Pimentel: déficit comercial é temporário e não tendência

Ao deixar o Itamaraty, depois de participar de almoço com a presidente Dilma Rousseff e o presidente do Egito, Mohamed Morsi, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta quarta-feira que o déficit da balança comercial é "temporário" e que esta "não é uma tendência". Segundo o ministro, o déficit começará a ser revertido e estará recuperado no segundo semestre.

TÂNIA MONTEIRO, Agencia Estado

08 de maio de 2013 | 16h42

Pimentel atribuiu o "déficit temporário" a dois fatores: a diminuição das exportações de petróleo brasileiro e o aumento das importações de bens de capital e insumos, que, lembrou, seria um bom sinal de que a economia brasileira está crescendo. "Esse déficit é temporário e foi causado pela diminuição das exportações de petróleo brasileiro. Nós diminuímos muito as exportações de petróleo brasileiro, isso porque a Petrobrás teve de fazer, dentro da sua programação, a paralisação de alguma plataformas para manutenção e isso está correto e já estava previsto. No segundo semestre elas começam a voltar e isso se recupera", disse ele.

Ele acrescentou: "Aumentou a importação basicamente de bens de capital e de insumos intermediários. Quer dizer que o Brasil está se preparando para um novo ciclo de crescimento, Toda vez que a economia brasileira cresceu, aumenta a importação de bens de capital". De acordo com Pimentel, "o reflexo destes dois movimentos é que gerou um déficit temporário nestes quatro meses que já está sendo corrigido. "Não é tendência", reforçou.

Pimentel fez questão de dizer que a balança comercial brasileira tem superávit no acumulado de 12 meses. "Nunca teve déficit, temos superávit em torno de US$ 10 bilhões. Mas, no ano fiscal, que começou em janeiro, se fizermos conta só dos primeiros quatro meses, de fato nos temos um déficit. Mas, este déficit é temporário", insistiu.

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