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Piora avaliação de consumidor sobre mercado de trabalho

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) avançou 0,5% no mês de setembro em relação a agosto, considerando os dados ajustados sazonalmente. "O resultado sinaliza moderação após as fortes variações em julho, de 7,2%, e agosto, de -2,3%", destacou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), nesta sexta-feira, 11, em nota.

IDIANA TOMAZELLI, Agencia Estado

11 de outubro de 2013 | 08h42

A média móvel trimestral do indicador ainda sugere "gradual piora" do mercado de trabalho no segundo semestre de 2013. A fundação destacou que as classes que mais contribuíram para a subida do ICD em setembro foram a dos consumidores com renda familiar entre R$ 2.100,00 e R$ 4.800,00, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 0,8%; e a dos que possuem renda familiar até R$ 2.100,00, com variação de 0,7%.

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) registrou leve avanço, de 0,1%, em setembro sobre agosto. "O resultado sinaliza uma estabilização após as oscilações nos últimos dois meses, de queda de 5,7%, em julho e alta de 2,6%, em agosto". "A possível acomodação, no entanto, não muda a tendência decrescente no ritmo de contratações da economia brasileira", diz a nota da FGV.

Para chegar a esse resultado, os componentes do IAEmp se distribuíram entre níveis opostos. Nos extremos, o indicador da Sondagem do Consumidor, que mede a perspectiva de encontrar emprego futuro na própria região, ficou em 4,3%, enquanto o indicador da Sondagem de Serviços, que mede o otimismo por parte do empresariado quanto a futuras contratações, teve queda de 1,1%. O IAEmp é formado por uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor.

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