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Piva destaca que Brasil sai politicamente mais forte de Cancún

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Horacio Lafer Piva, considerou que a reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) teve uma saldo político muito importante para o Brasil. Na avaliação do empresário, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, articulou com maestria a posição do G-21 (grupo de países em desenvolvimento, do qual fazem parte, por exemplo, China, Índia, Nigéria, África do Sul, sob a liderança do Brasil). "O ministro sabe fazer isto muito bem", elogiou Piva. Ele admitiu que o processo de articulação do Grupo vai gerar conseqüências positivas intensas para o Brasil nas próximas rodadas de negociações comerciais. "Saímos politicamente mais fortes de Cancun", reiterou Piva.O presidente da Fiesp admitiu que não esperava nenhum resultado concreto, em termos comerciais, da reunião da OMC no México, mas ressaltou que embora não tenha havido avanços, a reunião também não causou qualquer retrocesso. "O resultado foi melhor do que eu esperava", afirmou o empresário.

Agencia Estado,

15 de setembro de 2003 | 16h21

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