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Plano contra vazamento de petróleo fica pronto dia 20

O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, afirmou nesta terça-feira que o texto final do Plano Nacional de Contingência, elaborado pelo governo para minimizar os danos causados por vazamentos de petróleo, deve ser fechado no próximo dia 20.

EDUARDO CUCOLO, Agencia Estado

17 de abril de 2012 | 10h47

Segundo o ministro, atualmente, a proposta se encontra em avaliação final pelos 14 ministérios afetados, que devem se reunir nesta semana para fechar o texto que será levado à Presidência da República. O ministro participa hoje de debate na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado sobre danos ambientais causados pelo vazamento de óleo, proveniente do acidente na plataforma da Chevron na Bacia de Campos (RJ).

Lobão afirmou que a Petrobras está preparada para enfrentar problemas que possam ocorrer na exploração do pré-sal. "Estamos tomando as medidas preventivas para que não haja problemas na exploração daqui a cinco, seis, sete anos", afirmou. Ele lembrou que a Petrobras já tinha um plano de contingência na época do acidente da Chevron na Bacia de Campos e que a estatal brasileira ajudou a empresa estrangeira.

"Foi a Petrobras que descobriu o que estava ocorrendo e que ajudou a Chevron", disse. "Definimos que a Petrobras deveria ser a operadora única exatamente porque confiamos na capacidade técnica dela."

YPF

Lobão disse que se reunirá na próxima sexta-feira, no Brasil, com o ministro argentino responsável pela área de energia, após ser questionado por senadores sobre a expropriação da petrolífera YPF pelo governo vizinho. Lobão disse que não vai se manifestar sobre a questão. Em relação ao encontro com o colega argentino marcado para sexta-feira, afirmou que a conversa será sobre "Petrobras e outros assuntos".

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou ontem o envio de projeto de lei ao Congresso para expropriar 51% das ações da petrolífera YPF, que desde 1999 pertence à espanhola Repsol. A YPF é líder do mercado argentino. A Petrobras é a terceira maior do país no setor. Lobão foi questionado pelos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Eduardo Suplicy (PT-SP) sobre a questão.

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