Plano de contingência de gás no Brasil já teve início

Nota divulgada nesta quinta-feira pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em parceria com a Petrobras esclareceu que o plano de contingência do consumo de gás natural no Brasil já teve início nas refinarias da estatal e nas usinas termelétricas do País. A nota não informa quaisquer dados, valores ou volumes referentes ao plano de contingência que está sendo discutido ainda nesse momento pela ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, pelo presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, técnicos da estatal e representantes das distribuidoras de gás.A nota destacou que a utilização de combustíveis substitutos (bicombustíveis) será uma das principais alternativas para "gerenciar uma situação temporária de redução no fornecimento do insumo proveniente da Bolívia". A nota ressalta ainda que a distribuição de energia elétrica está garantida, já que o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas no País está elevado, o que dispensa a utilização das usinas termelétricas."Além disso, na geração térmica será usado combustível substituto ao gás natural", diz a nota. Também foi destacado pela nota divulgada pelo MME que estão "absolutamente garantidos" o abastecimento de GLP, que não está atrelado às importações da Bolívia, e também de gás natural canalizado aos consumidores residenciais "independentemente de medidas emergenciais que venham a ser adotadas caso a situação evolua para uma redução, ou até mesmo interrupção do fornecimento do gás boliviano para o Brasil".

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