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Pode faltar Barbie no dia da Criança e no Natal

A proibição das importações de brinquedos da Mattel pode atrapalhar lojas e consumidores no Dia da Criança. Mas o maior risco de faltar bonecas Barbie, a mais vendida no País, é na temporada de compras do Natal.Muitas lojas já fizeram suas compras para o Dia da Criança, segundo período mais rentável do ano para o setor. Quem não tem brinquedos da Mattel no estoque terá tempo hábil para substituir os produtos da empresa americana por nacionais.A incógnita fica para o Natal, pois não há previsão de quando a proibição das importações deve ser revogada, e talvez o Brasil tenha um Natal sem Barbie. A Mattel importa ainda as bonecas Polly, os carrinhos Hot Wheels e os brinquedos da linha infantil Fischer-Price. Apesar da proibição e dos recalls, a Mattel afirmou em nota que espera "superar suas expectativas de vendas" este ano no País.Para o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping Centers (Alshop), Nabil Sahyoun, a proibição de importações deve trazer prejuízo para as redes varejistas. Segundo ele, a queda no faturamento das lojas será ainda maior por causa da proximidade do Dia da Criança. "Todos saem perdendo: o setor de brinquedos, os consumidores e até o governo, que deixa de arrecadar ICMS." O setor movimenta cerca de R$ 1 bilhão ao ano.SuzyA fabricante de brinquedos Estrela, que completa 70 anos em 2007, lançou ontem em São Paulo uma versão remodelada da Susi, com pernas mais longas e finas e cabeça menor, dando a impressão que a boneca cresceu. A apresentação do brinquedo foi na loja Daslu, em um evento comandado pela Miss Brasil Natália Guimarães. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

AE, Agencia Estado

12 de setembro de 2007 | 10h24

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