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Pode não ser IED. Mas o que fazer?

Como diz o batido ditado, deve-se desconfiar quando a esmola é excessiva. Obviamente, investimento estrangeiro direto (conhecido pela sigla IED) não é esmola. Mas a volúpia com que tem fluído para o Brasil chama a atenção.

Leandro Modé, O Estado de S.Paulo

28 de maio de 2011 | 00h00

O Ministério da Fazenda espera que, em 2011, o IED alcance o recorde de R$ 65 bilhões. Mesmo com todas as boas perspectivas para os próximos anos - crescimento econômico, Copa e Olimpíada - parece demais.

Isso tem levado alguns observadores a levantar a hipótese de que esse IED, na verdade, é investimento especulativo disfarçado. Mesmo que seja verdade, é difícil, senão impossível, estruturar um sistema que faça a distinção desse dinheiro. Melhor seria atacar o cerne da questão: reduzir a taxa de juros brasileira, de longe a mais elevada do mundo.

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