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Política do atual governo é positiva, diz presidente da Peugeot

Apesar das fracas previsões para crescimento do PIB este ano, a indústria automobilística está crescendo num ritmo mais forte do que a economia em geral. Segundo o presidente do grupo PSA Peugeot Citroën do Brasil, Pierre-Michel Foucounnier, a indústria automobilística pode dizer que a política econômica do atual governo "é extremamente positiva".Ele explica que nos últimos três anos o setor vem crescendo a uma taxa entre 7% e 10%. No mesmo período, a variação do PIB atingiu o pico de 4,9% em 2004, depois de ter quase ficado negativa em 2003, passando depois para 2,3% no ano passado.O executivo concorda que a política de mais crédito favorece a indústria automobilística e explica que, de forma geral, a queda da inflação vai permitir a redução de juros, o que é importante para as vendas de automóveis. "Vemos uma tendência positiva nesse campo", disse.Ele citou que é difícil para o setor crescer "de maneira sustentada e permanente" num patamar acima de 10% ao ano no País. "Já estamos nessa velocidade, nesse patamar. Do ponto de vista do setor, a situação é razoavelmente boa", comentou o executivo.Foucounnier disse que o câmbio não está deteriorando as exportações da empresa. Ele reconhece, contudo, que há um pequeno aumento de importações, mas já há equilíbrio com relação às vendas externas. Basicamente, a Peugeot importa e exporta produtos entre as operações da empresa no Brasil e na Argentina, países em que tem unidades fabris. InvestimentosO grupo PSA Peugeot Citroën fará novos investimentos na unidade industrial de Porto Real, no sul fluminense. A informação foi confirmada nesta quarta pelo presidente mundial do grupo, Jean-Martin Folz, pouco depois de participar de solenidade de entrega de dois veículos biodiesel ao governo do Estado. "Temos em preparação os novos carros para serem fabricados em Porto Real. E já vamos mostrar um no próximo Salão do Automóvel (em São Paulo)", comentou Folz em rápida entrevista.Ele explicou que a montadora francesa pretende manter o ritmo com que vem atuando no País. De 2001 a 2005, a empresa lançou quatro carros e dois tipos de motores. Ele não comentou contudo valores de investimentos ou detalhes dos projetos, citando que o setor é "muito prudente" quanto aos futuros projetos.

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