'Por atrasos, já esperei até 3 horas'

Depois de sofrer com o extravio de bagagem três anos atrás, o corretor de imóveis Luis Rafael Pires, de 45 anos, decidiu viajar com uma mala pequena sempre que julgasse possível: estabeleceu que, em viagens de curta duração, sua bagagem não teria mais do que 40 centímetros. Mesmo passado tanto tempo, ele continua seguindo o mesmo roteiro porque ainda não conseguiu superar a desconfiança em relação às companhias aéreas.

Luiz Guilherme Gerbelli, O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2011 | 00h00

Na semana passada, Pires optou mais uma vez por viajar de Porto Alegre (RS) para a cidade de São Paulo com sua tradicional e inseparável mala pequena. "Isso daqui é o suficiente", disse ele, que passou dois dias na capital paulista.

Quando a bagagem foi extraviada pela primeira vez, ele teve a ajuda da companhia aérea, que encontrou a bagagem e a devolveu. À época, ele também registrou uma queixa formal na Anac sobre o ocorrido.

O corretor de imóveis reclama ainda da lentidão das esteiras. "Esse processo sempre demora. Só com a mala de mão é muito mais rápido para sair do aeroporto. Ganho agilidade", diz. "A esteira roda, roda e a gente nunca vê a mala."

Os atrasos também já fizeram parte da sua rotina. "Já fiquei até três horas dentro do aeroporto de Porto Alegre esperando por um voo", afirmou.

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