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Porta-voz nega que Sarkozy não assinaria comunicado do G-20

Em entrevista ao 'WSJ', Franck Louvrier diz que presidente francês quer atingir 'resultados concretos' na cúpula

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

31 de março de 2009 | 14h21

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, não ameaçou retirar-se da cúpula do G-20 agendada para esta semana em Londres caso não haja progresso em relação à regulação financeira mundial, afirmou um porta-voz.

 

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Segundo o Wall Street Journal, o porta-voz de Sarkozy, Franck Louvrier, disse que o presidente francês está "determinado a atingir resultados concretos" durante a reunião do G-20. Ele acrescentou que Sarkozy não ameaçou retirar-se do encontro. "Não há ameaça", afirmou.

 

A ministra de Finanças da França, Christine Lagarde, disse que Sarkozy deixaria a cúpula do G-20 caso não houvesse progresso em relação à regulação do sistema financeiro mundial.

 

"O presidente Sarkozy foi bastante claro neste ponto", disse Lagarde durante uma entrevista concedida à BBC na segunda-feira. "Ele disse: 'se as condições não estiverem lá, eu não vou assinar o comunicado'. Isso quer dizer abandonar".

 

O gabinete de Lagarde afirmou que a ministra tinha a intenção de demonstrar que o presidente francês está "muito determinado" a atingir resultados concretos durante a cúpula. Um porta-voz disse que os comentários de Lagarde não devem ser interpretados como um sinal de que Sarkozy deixará a reunião do G-20 durante o evento.

 

Os países integrantes do G-20 tentarão chegar a um consenso nesta semana a respeito de como endurecer as regras do mercado financeiro e ao mesmo tempo impulsionar a economia global. Os EUA e o Reino Unido defendem maior regulação financeira em escala nacional, enquanto a França e a Alemanha propõem a ampliação da regulação supranacional.

 

Questionado hoje se poderia sair da cúpula do G-20 antes do final do encontro, Sarkozy disse que continuava concentrado em trabalhar com outros membros do G-20 para encontrar maneiras de resolver a crise econômica mundial. "A crise é muito séria para reunirmos uma cúpula por nada", disse Sarkozy.

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