Fernando Martinho
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Porto Seguro criou fundo para negócios no mundo das startups

Fundo de corporate venture busca oportunidades e a primeira aquisição ocorreu em março passado

Renée Pereira, O Estado de S. Paulo

23 de maio de 2021 | 05h00

Em fevereiro deste ano, a Porto Seguro criou um fundo de corporate venture para buscar oportunidades de negócios no mundo das startups. A primeira aquisição da carteira ocorreu em março, com a Segfy, uma empresa especializada em gestão operacional e estratégica para corretores. No mês seguinte, a companhia fechou uma joint venture com participação de 13% com a Petlove – um pet shop online que tem entre os sócios os fundos Tarpon e o Softbank.

Nesse negócio, o objetivo da Porto é aproveitar a plataforma para vender seus seguros para cães e gatos, no que se chama no mercado de cross-selling (venda cruzada). O número de seguros para pets no Brasil ainda é pequeno e pode crescer exponencialmente nos próximos anos. “A Porto é uma empresa muito diversa e precisa de soluções modernas para cada tipo de produto”, diz o vice-presidente Comercial e de Marketing da Porto Seguro, Rivaldo Leite.

Segundo ele, as empresas grandes têm mais dificuldades de implementar novas tecnologias na velocidade exigida atualmente. “Às vezes, via startup ganha-se um tempo tremendo e, ao mesmo tempo, conseguimos trazer pessoas conectadas e muito inteligentes.” 

Foi o que ocorreu com a Segfy. Leite afirma que a empresa precisava de solução inteligente para os corretores de seguro. E a startup tem essas ferramentas, como a plataforma de gestão e cálculo para cotações online. “Estamos em busca de tecnologias que envolvem nossa atividade”, diz Leite, destacando que tem sido bastante procurado pelas startups para fazer negócios.

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