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Portugal aprova cortes de gastos para cumprir meta de resgate

O governo português aprovou cortes de gastos no montante de 0,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) nesta quinta-feira para colocar nos trilhos seus planos fiscais segundo o resgate de União Europeia e Fundo Monetário Internacional (FMI) após a corte constitucional ter rejeitado algumas medidas de austeridade.

Reuters

18 de abril de 2013 | 07h28

O secretário de Orçamento, Luis Sarmento, afirmou em entrevista à imprensa após a reunião do gabinete que os últimos cortes e algumas outra medidas permitirão a Lisboa cumprir a meta de déficit orçamentário deste ano de 5,5 por cento do PIB e garantir a aprovação de credores para o desembolso da próxima parcela de 2 bilhões de euros de seu resgate.

O governo tem sido forçado a cortar mais os gastos após a corte constitucional ter rejeitado neste mês importantes medidas de austeridade definidas no orçamento deste ano, deixando um buraco de cerca de 1,3 bilhão de euros.

As novas medidas no montante de 0,5 por cento do PIB cortarão os gastos em pouco mais de 800 milhões de euros.

Portugal já adotou o maior aumento tributário na história recente para tentar reduzir seu déficit.

(Reportagem de Andrei Khalip e Daniel Alvarenga)

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