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Possível acordo com FMI não será de ajuste fiscal, diz Palocci

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, afirmou na noite desta quarta-feira que não interessa ao Brasil um acordo com o FMI exclusivamente de ajuste fiscal. "Esse era o cenário do ano passado, não é o cenário hoje", disse. "Não estamos no dilema ou temos um acordo ou temos uma crise. A discussão é se um acordo ajuda no trânsito que o Brasil está fazendo em direção a crescimento ou não". Ele informou que as discussões sobre esse possível novo acordo serão iniciadas no final de outubro.Ele repetiu que o governo só fará um novo acordo com o FMI, se ele for preventivo. "Se nós tivermos um novo acordo, é quase certo que será um acordo preventivo", afirmou. De acordo com ele, a principal diferença entre um acordo preventivo e um outro nos moldes do atual é a liberação de recursos. No modelo atual, a cada avaliação das metas do acordo há uma liberação de recursos por parte do Fundo, que quase sempre é sacada pelo País. No caso do preventivo, não há saques ao longo das avaliações. O dinheiro só retirado caso o País enfrente problemas que justifiquem a utilização dos recursos do empréstimo.

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