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Postos de gasolina não fecharão de madrugada

O vice-presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), Aldo Guarda, afirmou ontem que está praticamente descartada a possibilidade do fechamento dos 19,7 mil postos de gasolina, durante a madrugada, nas Regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A proposta foi defendida pela entidade na Câmara de Gestão da Crise de Energia (GCE) e atacada pelas distribuidoras de derivados de petróleo. Os auxiliares do presidente Fernando Henrique Cardoso engavetaram a medida por causa dos resultados da economia de energia nos primeiros dias do racionamento.O principal ponto de divergência entre distribuidores e revendedores deveu-se ao fato de que a Fecombustíveis defendia o fechamento de todas as revendas, sem exceção. Para o diretor de Defesa da Concorrência da Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alísio Mendes Vaz, a proposta das revendas impunha diretrizes para os empresários que trariam prejuízos à economia dos postos. Segundo Vaz, o setor deve reduzir o consumo de energia entre 30% e 40%. "Os consumidores que precisam abastecer de madrugada, como os motoristas de táxi, devem ser levados em consideração", avaliou.Vaz disse que apenas os postos que vendem gás natural veicular (GNV) não devem cumprir a meta fixada pelo GCE, porque os equipamentos gastam mais eletricidade se comparados com as bombas convencionais. Ele informou que 90% dos gastos de energia das revendas são provenientes destas unidades de abastecimento dos carros. Guarda informou que a proposta do fechamento dos postos durante a madrugada "ficará mais para frente".

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