Reprodução/MailOnline
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Prada é condenada a devolver valor de saia manchada por champanhe

Consumidora australiana consegue na Justiça devolução de R$ 3,5 mil que pagou por peça de seda que não resiste a respingos

05 de setembro de 2013 | 16h59

MELBOURNE - A grife de luxo Prada terá de indenizar uma consumidora australiana que não conseguiu tirar manchas provocadas por respingos de champanhe de uma saia de seda que ela comprou pelo equivalente a R$ 3,5 mil.

Na lavanderia, a consumidora foi informada de que aquele tipo de tecido é suscetível a manchas de qualquer líquido que respingue, inclusive água. Para ser lavada, a peça precisa ser mergulhada inteira, ou o estrago será irreversível.

A grife de luxo italiana devolveu o valor para a fisioterapeuta Catherine Whitty, de 40 anos, que mora em Melbourne, na Austrália, depois que um juiz decidiu que o prejuízo deveria ser ressarcido.

A consumidora relatou que manchou a saia durante a sua festa de aniversário, mas ficou realmente indignada ao saber na lavanderia que a peça é vulnerável a qualquer tipo de respingo, inclusive chuva ou garoa.

Enfurecida, a consumidora entrou com uma ação legal contra a marca, alegando que a equipe de vendas não a alertou para o problema. A Prada argumentou que a consumidora é que tinha a responsabilidade de cuidar da roupa que comprou.

O Tribunal Civil e Administrativo da Austrália entendeu que as peças de vestuário devem ser resistentes a respingos de qualquer tipo, inclusive água ou champanhe, e que a consumidora merece receber seu dinheiro de volta.

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