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Práticas socioambientais avançam com engajamento de colaboradores
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Práticas socioambientais avançam com engajamento de colaboradores

Na SulAmérica, ESG é uma atitude em construção ao longo da história e conta com a participação de funcionários, corretores, prestadores e clientes

SulAmérica, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

27 de junho de 2021 | 07h30

A pandemia levou parte dos brasileiros à troca do escritório pelo trabalho em casa. A SulAmérica decidiu pesquisar quais têm sido os novos hábitos de seus colaboradores para saber se a sustentabilidade, preconizada pela companhia nas diferentes áreas em que atua, tem feito parte da nova rotina de seus profissionais.

Neste mês, a empresa lançou uma campanha para que sejam feitos vídeos de iniciativas sustentáveis adotadas em casa. Esse é o início do projeto da empresa que visa aproximar a SulAmérica e seus colaboradores ao novo modelo de trabalho que deve ser estabelecido conforme a imunização contra a covid-19 avançar.

Na empresa, em casa

A ideia de fazer um inventário dos hábitos domésticos surgiu depois que o grupo constatou que tinha antecipado a meta de impacto ambiental da operação direta estabelecida para o período entre 2014 e 2023. Com a pandemia, o consumo de água e energia caiu, assim como a geração de resíduos.

Mas surgiu um novo ponto de atenção. Será que os colaboradores estavam tomando os mesmos cuidados no home office, ou o consumo havia apenas sido transferido do escritório para casa? Foi então que a SulAmérica, que faz uma live semanal com os colaboradores, decidiu lançar uma campanha para que todos enviem vídeos de suas iniciativas domésticas. O material vai ser selecionado e compartilhado para que inspire outras pessoas.

“Queremos saber qual impacto a pandemia gerou em casa e quais ferramentas podem ajudar nesse controle, como a calculadora de pegada de carbono para que as pessoas façam esse acompanhamento. Por meio da troca de informações, todo mundo vai poder evoluir”, avalia Tomás Carmona, superintendente de Sustentabilidade na SulAmérica.

O executivo lembra que ações como essa, de controle de consumo, pressupõem capacitação. “O respeito ao meio ambiente já faz parte da cultura de quem trabalha na empresa, mas agora as condições são diferentes, por isso é importante estimular o engajamento.”

Estratégias e ações

O engajamento dos funcionários ao tripé do ESG (ou em português ASG, Ambiental, Social e Governança) aparece com destaque na companhia. Pesquisa anual mostra que 92% dos profissionais da SulAmérica não só conhecem as práticas adotadas pela empresa, como se sentem orgulhosos por fazer parte.

Os vídeos sobre ações sustentáveis em casa são um dos exemplos de como a SulAmérica trata as questões ligadas ao conceito ESG. O tema não é novo na companhia. Em 2007, ano de sua oferta inicial de ações na Bolsa (IPO), os indicadores de sustentabilidade já estavam presentes. Ao longo de sua história, o ESG ganhou cada vez mais relevância, em suas diferentes áreas de atuação – Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Investimentos.

A SulAmérica foi uma das primeiras signatárias dos Princípios para o Investimento Responsável (PRIs), rede apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU). A companhia também aderiu ao Pacto Global, outra iniciativa da ONU que visa mobilizar o meio empresarial internacional para a adoção de valores fundamentais nas relações humanas, de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

Todos juntos

Esses movimentos, no entanto, não teriam o mesmo impacto sem o envolvimento de quem tem vínculo direto ou indireto. Hoje, o grupo conta com cerca de 7 milhões de clientes, 38 mil corretores e 3 mil profissionais de saúde.

“A evolução da estratégia não avança sozinha, já que existe uma interdependência grande com os parceiros. Acreditamos que não é possível entregar nada sem a participação de todos os atores, de  colaboradores, corretores, clientes, prestadores e parceiros”, diz Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica.

O valor das parcelas

O vínculo estabelecido pela empresa se fez presente, por exemplo, quando a companhia decidiu pelo posicionamento de oferecer aos clientes o conceito de Saúde Integral – física, emocional e financeira. Representantes de diferentes áreas foram convidados a opinar sobre o novo modelo de negócio, implementado no ano passado. “Percorremos toda a cadeia de valor. Acreditamos que as parcerias de longo prazo são nosso grande ativo”, diz Patrícia.

Mais recentemente, essa proximidade tem se intensificado por meio de encontros virtuais, conta o superintendente de Sustentabilidade na SulAmérica. Toda semana o executivo tem contato com os departamentos de recursos humanos (RH) das empresas clientes. Na pauta, temas como voluntariado, questões ambientais, riscos, inclusão e diversidade. Para Carmona, essa é mais uma forma de estabelecer pontos de conexão e compartilhar experiências.

Na pandemia, a empresa tem aumentado os esforços para colocar em prática soluções alinhadas às novas demandas da sociedade. Foi assim, por exemplo, que durante o mês de abril ofereceu a familiares de pessoas com covid-19 e a profissionais da linha de frente o apoio à saúde emocional com teleconsulta por meio da parceria com a empresa Psicologia Ativa. Em maio, a SulAmérica ofereceu assistência para mães empreenderem ou se recolocarem no mercado de trabalho com o apoio da Catho e da EduK.

“Olhamos para a experiência do nosso negócio, que contou com a ajuda da tecnologia, e a necessidade de apoio que seria importante em um momento como esse. Foi a forma encontrada de alinharmos nosso propósito à necessidade das pessoas”, relata Carmona.

Para a empresa, o acesso à informação também tem um papel importante. Por isso, recentemente, começou a investir na divulgação, em suas redes socias, de vídeos produzidos por Bela Gil, Benedita Casé, Nathalia Rodrigues (a Nath Finanças), entre outros, sobre temas do dia a dia, como reaproveitamento de alimentos, meio ambiente e saúde financeira, respectivamente.

Pandemia estimula ação conjunta

A gravidade da pandemia tem mobilizado parte da iniciativa privada e da sociedade civil. A SulAmérica decidiu contribuir na luta contra a doença por meio da oferta de soluções para seus clientes e também com o estímulo ao engajamento de colaboradores.

No painel Saúde e Qualidade dos Serviços, no segundo dia do Estadão Summit ESG 2021, Raquel Giglio, vice-presidente de Saúde e Odonto da companhia, citou a relevância das teleconsultas, que saíram de 500 atendimentos por mês para 1.500 por dia. Hoje são em média 100 mil atendimentos por mês. Pediatria, clínica geral e psicologia foram algumas das especialidades mais demandadas até agora.

Com a pandemia, Raquel percebeu uma mudança de comportamento. “O conceito de saúde se tornou mais amplo. Você só vai estar bem se estiver bem por inteiro.”

A SulAmérica aprovou um pacote de doações e ações emergenciais no combate à doença de R$ 6 milhões. O valor está sendo disponibilizado ao longo de 2021.

No ano passado, a SulAmérica já havia contribuído com cerca de R$ 10 milhões. Os recursos foram destinados a apoiar, com a ajuda de organizações, iniciativas ligadas à linha de frente do combate à covid-19 e à fome.

As ações da SulAmérica contaram com a participação dos colaboradores, que foram convidados a arrecadar fundos para a compra de cestas básicas destinadas a famílias afetadas pela pandemia, em parceria com o movimento União BR.

A companhia definiu que, se o valor arrecadado pelos funcionários chegasse a R$ 50 mil, ela doaria R$ 500 mil. Se a meta fosse ultrapassada, o valor dobraria, ou seja, R$ 1 milhão. As colaborações chegaram a R$ 64.760,81, e o repasse total alcançou

R$ 1.064.760,81.

Diversidade, inclusão e meio ambiente são temas urgentes

Para Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica, que integrou o painel Liderança Feminina e ESG, apresentado no último dia do Summit ESG, a participação das mulheres, assim como o olhar mais atento para a diversidade, devem ser cada vez mais um ponto de atenção para as empresas.

A executiva se mostra preocupada com os efeitos da pandemia e cita dados alarmantes. A participação feminina no mercado de trabalho chegou ao menor índice, segundo a Rede Mulher Empreendedora, com retrocesso de 30 anos. Numa evolução orgânica, a equidade de gênero só será alcançada em 80 anos. “Já está comprovado cientificamente que diversidade traz soluções melhores.”

Nos últimos anos, a

SulAmérica tem definido ações prioritárias com o objetivo de tornar as oportunidades mais equilibradas. Hoje, por exemplo, a companhia conta com 20% de mulheres nos assentos do Conselho de Administração e 30% ocupam cargos executivos. Do total de colaboradores, 64% são do sexo feminino.

“Temos de correr muito para recuperar todas as dívidas que temos em todas essas questões. Esta é a agenda do mundo, e é nela que miramos”, observa Patrícia. Ainda segundo a vice-presidente, o olhar e as ações voltadas às pessoas, dentro e fora da companhia, permitiram ao longo do tempo a convergência entre o conceito ESG e a estratégia de saúde integral. “Só chegamos à Saúde Integral por causa do ESG, e só avançamos em ESG graças à busca pela Saúde Integral.”

O avanço dessas pautas nas corporações, avalia a executiva, depende do aprofundamento da agenda, do cumprimento de metas, além do engajamento de toda a cadeia de relacionamentos e da transparência sobre como os temas ambientais, sociais e de governança são tratados. Do contrário, qualquer avanço se torna ainda mais desafiador.

 

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