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Prazo para leilão em RO é apertado, admite Tolmasquim

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse estar confiante na realização do leilão da usina Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia, ainda este ano. Ele admite, porém, que o prazo está "apertado". Ele disse que na próxima quarta-feira o Tribunal de Contas da União (TCU) realizará plenária para avaliar o edital do leilão. Se aprovado, o edital será encaminhado para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que precisará marcar uma reunião extraordinária para aprovar os termos do leilão. Com isso, segundo Tolmasquim, o leilão ficaria automaticamente marcado para depois de 30 dias.De qualquer forma, mesmo com o leilão sendo realizado este ano, os equipamentos, em sua maior parte, só entrarão em operação em 2013. "Em 2012, teremos apenas uma pequena parte da usina funcionando", disse o presidente da EPE em entrevista durante o seminário sobre o Plano Nacional de Energia para 2030, realizado hoje na Bolsa de Valores do Rio.Tolmasquim elogiou a iniciativa das distribuidoras que pretendem disputar o leilão da usina de Santo Antônio, sem a participação de estatais no consórcio. O grupo, liderado pela Light, ainda não está fechado, mas Tolmasquim garantiu que o consórcio está otimista. "Achei muito legal a iniciativa. Isso mostra a atratividade do setor", comentou. Além desse grupo, há outros quatro consórcios, com a participação das quatro subsidiárias da Eletrobrás (Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul).Na avaliação de Tolmasquim, apesar de o complexo do rio Madeira só iniciar a produção em 2013, está descartado que isso ofereça risco de um racionamento ou apagão de energia elétrica em 2012. "Toda a energia a ser consumida em 2012 será contratada no leilão de A-5, que será realizado em outubro, que tem excelentes projetos. Hoje a minha preocupação não é com o abastecimento, mas sim como garantir o aumento da participação de energia hídrica na matriz energética nacional", acentuou.

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