Precatório e consórcio diversificam investimentos
Conteúdo Patrocinado

Precatório e consórcio diversificam investimentos

Mercado Bitcoin dividiu em pedaços grandes ativos que agora podem ser comprados pelo pequeno investidor

Mercado Bitcoin, Media Lab Estadão
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

03 de agosto de 2020 | 15h07

O ano tem sido um teste de fogo para uma parcela relevante dos investidores brasileiros que dão seus primeiros passos no mercado acionário, estimulados pelos juros baixos que comprometem o retorno de ativos tradicionais, como fundos DI, caderneta de poupança e CDB. No primeiro semestre, o Ibovespa acumulou queda de 17,8%; só em março, o tombo chegou perto de 30%.

Neste cenário, a diversificação dos ativos se mostra ainda mais valorosa e abre espaço para produtos até então pouco conhecidos do brasileiro, os chamados ativos alternativos. Além do bom retorno, investimentos em precatórios ou cotas de consórcio excluídas são descorrelacionados dos ativos tradicionais, como bolsa, moedas e juros que muitas vezes seguem na mesma direção – de alta ou baixa.

Para democratizar o acesso a estas alternativas de investimento, a plataforma de criptomoedas Mercado Bitcoins (MB) utilizou a tecnologia blockchain para fracionar os contratos. “Estamos observando um aumento da procura por ativos alternativos na plataforma, e nosso papel é oferecer opções para que o investidor diversifique sua carteira”, afirma Marcus Lavorato, diretor comercial do MB, acrescentando que com a Selic a 2,25% ao ano, ativos lastreados no CDI estão com uma rentabilidade muito baixa e perdendo espaço. “O momento é pró-diversificação e pró-ativos alternativos”, diz Lavorato. No processo de tokenização, precatórios que antes eram acessíveis a grandes investidores e tesourarias de bancos podem ser comprados a partir de R$100 a cota, ou um token. O lastro do token são crédito decorrentes dos precatórios, que são dívidas judiciais.

​Baixo risco, maior retorno e liquidez

O Mercado Bitcoin já lançou quatro tokens de precatórios no mercado: de precatórios do governo federal, de São Paulo e do Rio de Janeiro, no valor total de R$ 25 milhões. O risco da operação, conforme destaca o executivo do MB, é um atraso no pagamento por parte dos governos. “O vencimento daquele token é o prazo  estimatimado de pagamento do precatório, no caso do token de São Paulo é de três anos.” O retorno dos tokens fica entre 16% e 22% ao ano.

Os tokens de cotas excluídas de consórcio seguem o mesmo princípio. O MB compra cotas de consórcio excluídas – de quem não pôde por algum motivo continuar no grupo – faz um lance para ser contemplado, e depois espera pelo pagamento pela administradora, que ocorre em seis meses. O que o investidor adquire, por R$ 100 cada token, é portanto uma parcela daquela cota. Neste caso, o retorno anualizado é de 9%. Para mitigar o risco dos tokens de consórcio, ligado ao administrador do grupo, o MB opta por consórcio de grandes empresas e com boa saúde financeira.

“Os dois tipos de tokens, além de um retorno bom, também possuem liquidez. Se o investidor precisar sair do ativo, pode ir ao mercado secundário e negociar a qualquer momento”, afirma o diretor do MB, acrescentando a importância cada vez maior de que o investidor reserve parte da carteira para ativos alternativos pela descorrelação com os produtos tradicionais. “É comum vermos os mercados de ações e juros sofrendo juntos. Mas os produtos alternativos não seguem esta lógica, o que é bom para montar uma carteira mais equilibrada do ponto de vista do controle de risco.”

​Tokens ligados ao ouro e ao esporte chegam ao País

O MB está colocando outros dois tokens na prateleira. Um deles, lançado em 3 de agosto, é o PaxGold, lastreado em ouro. Diferentemente dos tokens de precatórios e de consórcio, o PaxGold foi criado no exterior e está chegando ao Brasil trazido pelo MB. O princípio é o mesmo que norteia as iniciativas da plataforma: permitir que o pequeno investidor tenha acesso a diferentes produtos, no caso o ouro, com aportes menores. A valorização do token acompanhará a cotação do ouro

Outro token que recentemente o MB trouxe ao país é o Chiliz (CHZ). Trata-se de um “utility tokens” cuja lógica funciona de maneira similar a itens colecionáveis, no qual os entusiastas são livres para oferecer produtos e serviços em troca desse material. A valorização irá ocorrer conforme o crescimento do ecossistema.

O CHZ ofertado pelo MB está ligado à plataforma internacional Socios.com de interação entre clubes e ligas com sua base de fãs e tem acordos com times como Paris Saint-Germain, Barcelona, Juventus e Atlético de Madrid. Os fãs podem comprar e vender tokens dos times, que dão direito a participar de votações, acesso a produtos exclusivos e outras ações promocionais. A marca UFC, principal organização de artes marciais mistas (MMA), também é participante do ecossistema do token Chiliz (CHZ).

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.