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Preço da gasolina não reduzirá aos primeiros sinais de queda do petróleo

Uma possível redução do preço da gasolina neste momento, em função da queda na cotação do petróleo no mercado internacional, seria uma decisão prematura, disse na quarta-feira ao Estado uma importante autoridade da área econômica do governo. Segundo essa fonte, assim como a Petrobrás não aumentou o preço da gasolina quando o petróleo estava em alta, também não reduzirá o preço aos primeiros sinais de queda do petróleo.Outro argumento apresentado pela fonte é de que a política de preços da Petrobrás acompanha as variações internacionais de longo prazo. Isso significa que a gasolina só terá o seu valor reduzido se a tendência de queda do petróleo se confirmar por um período mais longo.A idéia do governo é manter os preços da gasolina em um curso estável, e só alterá-los se as variações (de alta ou de baixa) do petróleo no mercado internacional se mantiverem no longo prazo, configurando um novo patamar de preço para o combustível.Devido ao recente movimento de queda da cotação internacional do petróleo, alguns analistas já calculam que o preço da gasolina vendida no Brasil estaria 15% acima do que é cobrado no exterior.O raciocínio de que o governo poderia promover uma redução no preço do combustível ganha força também com base na conjuntura política, uma vez que uma decisão como essa, tomada antes do segundo turno, poderia ajudar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela reeleição.

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