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Preço de barril da Opep a US$ 91,91 e bate novo recorde

Combustível apresenta a maior alta desde 7 de novembro, quando o valor registrado foi US$ 90,71

Efe,

22 de novembro de 2007 | 09h52

O preço do petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) bateu um novo recorde, ao ser negociado a US$ 91,91 por barril, após subir US$ 1,87 em relação ao valor de quarta-feira, informou nesta quinta, 22, o secretariado do cartel em Viena. A alta ocorreu no dia em que os preços do petróleo Brent e do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve), de referência na Europa e nos Estados Unidos, respectivamente, alcançaram também novos recordes, antes de terminar o pregão em baixa nos mercados de Londres e Nova York. Com a nova cotação, o valor do barril (de 159 litros) usado pela Opep como referência, calculado com base em uma mistura de doze qualidades de petróleo, bate seu recorde anterior, de US$ 90,71, registrado em 7 de novembro. O barril do WTI (nos contratos para entrega em janeiro) fechou a US$ 97,29, após cair US$ 0,74 em relação ao fechamento de terça-feira. Já o Brent caiu a US$ 94,84. O comportamento dos preços na quarta-feira foi algo incomum, pois aconteceu antes da publicação dos dados sobre o nível dos estoques de petróleo e derivados nos Estados Unidos, em meio à expectativa de que essas reservas subissem.  Porém, ao contrário do esperado, as reservas armazenadas de petróleo caíram em mais de um milhão de barris, algo que normalmente deveria ter pressionado os preços em alta. No entanto, foi exatamente quando os preços começam a se moderar. O único dado que parece justificar este comportamento é o aumento do volume de petróleo armazenado no terminal de Cushing (Oklahoma). "Apesar da queda geral dos estoques de petróleo nos EUA, as reservas em Cushing subiram em 1,2 milhão de barris. É o nível mais alto das últimas quatro semanas", afirmou a consultoria especializada PVM. A tendência de alta nas primeiras hora da quarta coincidiu com uma nova desvalorização do dólar em relação ao euro e ao iene, apesar de a divisa americana ter se recuperado posteriormente.

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