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Preço do gás de cozinha vai demorar para cair, diz Petrobras

O presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, admitiu nesta segunda-feira que a redução no preço do botijão de gás não deve ocorrer no curto prazo. Segundo ele, a redução do preço depende de fatores como a reforma tributária ou a participação de toda a cadeia de revenda do combustível, inclusive dos governos estaduais e federais, que recolhem impostos sobre o produto.A questão esteve na pauta de uma reunião entre o Ministério de Minas e Energia e os agentes do setor. Não houve avanços, disse Dutra, mas apenas uma "choradeira geral", na qual todas as empresas reclamaram que as margens de lucro estavam apertadas. "Mas essa (redução de preço) continua sendo uma orientação do presidente da República. A última vez em que me encontrei com ele, disse: ´Não esqueci, não. Vamos voltar a discutir aquela questão de baixar o preço do GLP´", afirmou Dutra.Dutra informa que a Petrobras garante que não haverá aumentos no preço do produto nas refinarias. "Isso já estamos garantindo. O GLP não aumentou nenhuma vez este ano, por parte da Petrobras", afirmou. Atualmente, o botijão representa 12% do salário mínimo e o incentivo criados no governo anterior, chamado de Vale-Gás, não teve aumento desde janeiro de 2002, quando foi instituído. As famílias cadastradas recebem R$ 7,50 por mês para comprar botijões de gás. Ou seja, apenas 25% do preço do botijão.

Agencia Estado,

29 de setembro de 2003 | 20h18

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