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Preço do imóvel residencial em SP recua 5,2% em janeiro, aponta Creci-SP

Recuo no preço de imóveis usados em janeiro foi o primeiro desde setembro de 2011, quando houve baixa de 4,36%; já nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o preço médio da habitação cresceu 17,96%

Circe Bonatelli, da Agência Estado,

23 de abril de 2012 | 19h29

SÃO PAULO - O preço médio dos imóveis residenciais usados no Estado de São Paulo registrou queda de 5,2% em janeiro ante dezembro, de acordo com pesquisa divulgada hoje pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

A queda foi revelada pelo Índice Creci-SP, que é composto pela média de preços de imóveis vendidos e de novos aluguéis contratados. Em janeiro, foram considerados preços de venda e de locação de 4.071 imóveis pesquisados em 37 municípios paulistas, incluindo a capital.

O recuo mensal no preço de imóveis usados em janeiro foi o primeiro desde setembro do ano passado, quando houve baixa de 4,36%, segundo dados da pesquisa. Já nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o preço médio da habitação cresceu 17,96%.

Apesar do recuo no começo do ano, o mercado não deve ter uma sequência de baixas ao longo de 2012, avalia o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto. Segundo ele, a queda nos preços em janeiro é tradicionalmente influenciada por fatores sazonais (mês de férias) e não chega a configurar uma tendência. "É uma época de entressafra e não vale para apontar uma direção", disse.

Viana também acredita que, com a alta mais expressiva no preço dos imóveis novos, a procura pelos usados deve seguir forte. "O preço do imóveis novos estão ficando inibidores, incentivando o mercado dos usados".

Vendas e locação

O número de imóveis residenciais usados vendidos no Estado de São Paulo caiu 18,37% em janeiro, segundo pesquisa do Creci-SP. Já o número de imóveis usados alugados em janeiro cresceu 24,11%.

As 1.441 imobiliárias pesquisadas pelo Creci-SP também registraram aumento de 16,48% no número de inquilinos com pagamento do aluguel atrasado. Os inadimplentes eram 3,52% do total de contratos em vigor em dezembro e passaram a 4,10% em janeiro.

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