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Preço do milho se recupera com demanda da China

Cenário: Filipe Domingues

O Estado de S.Paulo

20 de abril de 2012 | 03h06

Após uma forte queda na quarta-feira, as cotações do milho se recuperaram e fecharam ontem em alta na Bolsa de Chicago. Participantes, que até então consideravam as boas condições de oferta futura nos Estados Unidos, com as lavouras se desenvolvendo bem graças ao clima, passaram a achar apertada a situação no mercado disponível. A mudança de foco gerou uma correção. Os contratos do milho para entrega em maio subiram 3,20% e fecharam a US$ 6,21 por bushel. Além disso, espera-se uma firme demanda chinesa pelos grãos dos EUA. Investidores especulam que novas compras devem ser anunciadas em breve, pois preços mais baixos podem tornar o produto americano mais atrativo aos chineses. "Nossos estoques estão muito estreitos e facilitamos muito para a China comprar milho", disse à agência Dow Jones o corretor Andy Shissler, da Roach Ag Marketing.

Os outros grãos negociados em Chicago também encerraram o dia em alta. O trigo, que na véspera havia registrado o menor nível em três meses, avançou 2,29% ontem. Os preços da soja foram impulsionados por dados do Departamento de Agricultura dos EUA sinalizando forte exportação. Acredita-se, portanto, que a oferta doméstica possa ficar mais restrita. O contrato da soja para entrega em maio subiu 0,57%.

A oferta também influenciou as cotações do açúcar, mas, neste caso, negativamente. Os preços caíram 1,30% na Bolsa de Nova York, em meio à colheita de cana no Brasil e um aumento das exportações da Índia, segundo maior produtor mundial.

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