Preço é o maior desafio

Outros serviços de internet via satélite já cobrem o Amazonas. No caso, são satélites geoestacionários, e o desafio para que sejam usados na universalização da banda larga é o preço.

O Estado de S.Paulo

27 de setembro de 2011 | 03h06

A ideia de usar uma constelação de satélites em outras órbitas para atingir localidades remotas é antiga, mas ainda precisa se provar comercialmente viável.

O caso mais famoso foi o da Iridium, empresa de comunicações globais via satélite lançada em novembro de 1998, com um investimento de US$ 5 bilhões. Nove meses depois do lançamento, entrou em concordata.

O sistema funcionava com uma constelação de 66 satélites. O projeto original previa 77 satélites, que representavam os 77 elétrons do átomo do elemento químico irídio.

Em 2001, a empresa foi comprada por investidores e, em 2009, conseguiu levantar US$ 200 milhões numa oferta de ações na bolsa eletrônica Nasdaq.

Ao contrário dos satélites geoestacionários, o serviço funciona nos polos. Um dos principais clientes é o Departamento de Defesa dos EUA.

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