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Preço para Copene deve ser de US$ 1,2 bi

O Banco Central (BC) está propenso a fixar o preço mínimo do controle da Companhia Petroquímica do Nordeste (Copene) e das empresas Polialden, Politeno e Proppet em US$ 1,2 bilhão, disse ontem uma fonte do grupo dos vendedores composto por Mariani, Odebrecht, Conepar (sob intervenção do Banco Central), Suzano, Itochu e Sumitomo.Segundo a fonte, o objetivo do BC ao fixar e divulgar o preço antes do próximo leilão, é provocar maior competição pela compra dos ativos do pólo petroquímico de Camaçari (BA). O novo leilão poderá acontecer ainda no primeiro trimestre. Uma fonte do BC confirmou que o diretor de Finanças Públicas e Regimes Especiais do banco, Carlos Eduardo de Freitas, deverá retomar na terça-feira da próxima semana as discussões sobre a venda das ações da Copene pertencentes ao Banco Econômico. Ela também confirmou que o BC pretende vender a central petroquímica até o dia 31 de março deste ano.A primeira tentativa de vender as ações, no dia 14 de dezembro, fracassou em função de as propostas apresentadas pelos grupos Ultra e Perez Companc terem ficado abaixo do preço vinculante determinado pelo Banco Central.

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