Preços dos eletroeletrônicos da Philips sobem 11%

A Philips decidiu aumentar os preços em 11% no último trimestre do ano. Desde janeiro, as tabelas da fabricante de equipamentos eletroeletrônicos subiram em média 3%. Segundo o vice-presidente de eletrônicos de consumo, Paulo Ferraz, o aumento reflete a alta de custos nos últimos meses. O frete rodoviário para o último trimestre está entre 7% e 10% mais caro. Além disso, os fornecedores de Manaus, onde está concentrado o grosso da produção de eletrônicos, estão aproveitando para realinhar os preços por causa do aquecimento da demanda. No papelão, por exemplo, a alta de preços gira entre 30% e 40%. Há também pressões de custos de cobre, plásticos e frete internacionais. Mesmo com preços mais altos, a companhia acredita que vai vender neste Natal 40% a mais do que na mesma data do ano passado. "Estamos com pedidos praticamente fechados para o fim do ano", diz Ferraz. A expectativa é de que este seja o melhor ano para os eletroeletrônicos desde 1997. Neste ano, a empresa deve elevar a receita de vendas em 25%. A meta da companhia na América Latina é dobrar de tamanho em cinco anos.

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