Preços estáveis nos supermercados

Os preços nos supermercados em São Paulo permaneceram praticamente estáveis na última semana, com variação de apenas 0,01%, conforme pesquisa do InformEstado realizada no período de 16 a 23 de novembro. No acumulado do mês, a alta é de 0,19% e no ano, de 4,94%. De 73 produtos pesquisados, 32 tiveram queda de preços, 12 permaneceram estáveis e 29 foram reajustados.Na semana, tiveram aumento as seguintes categorias de produtos: ovos (3,52%), matinais (1,86%), higiene (1,16%), carnes (0,86%) e mercearia (0,22%). Apresentaram recuo nos preços as bebidas e doces (1,91%), os produtos de limpeza (1,01%), os enlatados (0,84%) e os frios e laticínios (0,17%). Na comparação entre 15 supermercados pesquisados, o Mambo (Pinheiros) teve o maior reajuste na semana, com alta de 2,80%. O Carrefour (Rebouças) foi o estabelecimento que mais reduziu preços (3,20%).Os produtos in natura nas feiras livres tiveram, de 16 a 23 de novembro, queda de 1,36%. Nos supermercados, no mesmo período, a queda foi de 2,34%. No acumulado do mês, os legumes, frutas e verduras nas feiras estão com alta de 1,56%, e nos supermercados, de 1,99%. De janeiro a novembro os supermercados têm alta bem mais acentuada, de 8,36%, nos produtos in natura, enquanto as feiras livres acumulam um aumento, nesse período, de 4,38%.Cesta registra alta de 1,09% em novembroA cesta básica do paulistano, pesquisada pelo Procon/Dieese, ao contrário da expectativa para esta época do ano, tem apresentado comportamento de estabilidade. Segundo técnicos do Procon, o segundo semestre é tradicionalmente um período de oscilações na cesta. O preço da carne bovina, sem grandes variações, têm contribuído para esta estabilidade.No mês, a cesta registra reajuste de 1,09%. Na pesquisa diária a alta foi ontem de 0,43%. Seu preço médio, que era de R$ 138,39, subiu para R$ 138,89. O grupo alimentação subiu 0,69%, limpeza teve queda de 0,20% e os produtos de higiene pessoal de 0,92%. Dos 68 itens pesquisados, 26 subiram, 21 baixaram e 21 ficaram estáveis.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.