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Preços no varejo sobem 0,26% em agosto

Com oitava elevação consecutiva, custos do setor ainda não apresentaram queda neste ano

PEDRO HENRIQUE FRANÇA, Agencia Estado

11 de setembro de 2007 | 13h48

O varejo paulistano manteve trajetória de alta nos preços e subiu 0,26% em agosto em relação ao mês de julho. Com a oitava elevação consecutiva, o varejo da capital paulista ainda não registrou queda nos preços em 2007, e acumula no ano, até agosto, alta de 2,51%. Os dados constam do Índice de Preços no Varejo (IPV), apurado pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). Dos 21 setores pesquisados, 11 mostraram comportamento de alta no período apurado. Segundo o levantamento, a variação nos preços dos alimentos - principalmente nos grupos açougues, padarias, supermercados - e nos produtos dos segmentos de materiais de construção e de veículos contribuiu para a elevação verificada em agosto no varejo paulistano. Entre os alimentos, o segmento açougues apontou alta de 3,67%, com destaque para o crescimento nos preços em carnes bovinas (3,86%), aves (2,96%) e carnes suínas (2,92%). O grupo padarias registrou elevação de 1,43%, resultado influenciado, segundo a Fecomercio, pela instabilidade no mercado internacional de grãos e derivados animais. Já nos supermercados, o avanço nos preços foi de 0,99% e as principais influências vieram dos legumes (14,90%), derivados do leite (5,32%), leites (5,20%), aves (3,48%) e cereais (3,12%). Construção e veículos De acordo com o IPV, o aquecimento do setor de materiais de construção provocou a elevação de 1,14% em agosto. Quem também registrou alta no período foi o grupo veículos, que sofreu elevação nos preços de 0,50%. Outros grupos que subiram os preços foram: eletrodomésticos (0,66%), materiais de escritório e outros (0,36%), cds (0,24%), autopeças e acessórios (0,20%), jornais e revistas (0,12%) e livrarias (0,07%). Na outra ponta do levantamento, em trajetória de queda, se destacou o grupo de combustíveis e lubrificantes, com variação negativa de 1,18%. Os preços do segmento de vestuário, tecidos e calçados apresentaram retração de 0,97%. O grupo de eletrônicos e outros mostrou recuo nos preços de 0,84%.

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