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Preços sobem 4,4% e assustam

Os economistas chineses que até recentemente consideravam a inflação um ''''problema econômico essencialmente morto'''', por apostarem demais na capacidade de produção da China, colocaram as barbas de molho ontem.A taxa de inflação medida pelo governo chegou a 3,2% no primeiro semestre deste ano frente ao mesmo período de 2006. Mas o aumento de custo de vida de 4,4% identificado em junho, ante o índice de 3,4% registrado em maio, levou as autoridades a reconhecer publicamente a ocorrência de ''''um massivo aumento dos preços das carnes bovina e suína, cereais, óleo comestível, serviços e tarifas públicas e imóveis''''.''''Somente os preços dos materiais de construção recuaram em junho'''', disse um relatório da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, na sigla em inglês).O resultado da inflação em junho foi o pior desde setembro de 2004 - e muito superior ao teto de 3% almejado pelo Banco Popular da China (PBoC, na sigla em inglês) para este ano.Por isso, o governo deverá promover uma ou duas novas elevações nas taxas básicas anuais de juros para os empréstimos bancários e repetir a dose em relação aos depósitos compulsórios para ''''conter o acelerado ritmo de crescimento''''. Ou seja, Pequim deseja que a economia cresça entre 11% e 11,4% no ano.

O Estadao de S.Paulo

21 de julho de 2007 | 00h00

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