Predomínio dos EUA e da Europa não está garantido

O governo Obama acredita que a mudança tecnológica provocada pela automação é uma oportunidade histórica para o país se manter competitivo. Autoridades públicas e executivos do setor argumentam que, mesmo que as fábricas sejam automatizadas, elas ainda vão gerar empregos.

O Estado de S.Paulo

20 de agosto de 2012 | 03h06

Os engenheiros robóticos argumentam que, apesar da perda de empregos, uma fabricação mais eficiente criará empregos especializados em projeto, operação e manutenção de linhas de montagem, além de outros tipos de emprego nas comunidades onde as fábricas estão localizadas. Um relatório da Federação Internacional de Robótica, de 2011, revelou que 150 mil pessoas já estavam empregadas mundialmente.

Mas o predomínio americano e europeu não está garantido. "O que eu vejo é que os chineses também vão utilizar robôs", diz Franz Houten, presidente da Philips. "A janela de oportunidade para trazer a fabricação de volta é antes que isso ocorra." / J.M.

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