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Prejuízo da controladora do Bradesco cresce 8 vezes

A Bradespar, controladora de participações do Bradesco, encerrou os nove primeiros meses do ano com prejuízo líquido de R$ 857,494 milhões, quase oito vezes superior aos R$ 109,511 milhões perdidos um ano antes. A piora no resultado ocorreu por causa da mudança contábil na equivalência patrimonial, única fonte de recursos da companhia. Também contribuíram os resultados ruins da VBC Participações, da Net e da Companhia Vale do Rio Doce.As despesas operacionais alcançaram R$ 868,558 milhões, com elevação de 497,82%. Nessa conta, as despesas financeiras líquidas cresceram 15,59%, para R$ 90,076 milhões. O resultado da equivalência patrimonial ficou negativo em R$ 768,808 milhões, subindo 1.827% em relação à perda dos nove primeiros meses de 2001. Em 30 de setembro, o patrimônio líquido da Bradespar estava em R$ 580,373 milhões. No terceiro trimestre de 2002, o resultado de equivalência da Bradespar e controladas holdings ficou negativo em R$ 122,1 milhões. A composição veio de R$ 23,8 milhões negativos da Vale, resultado provocado pela desvalorização do real. A VBC Participações teve contribuição negativa de R$ 66,7 milhões, com despesas financeiras e redução de receitas das controladas devido à lenta recuperação do mercado do setor energético após o racionamento. A Net trouxe prejuízo de R$ 31,5 milhões e a Estrutura.Net entrou nessa linha com resultado negativo de R$ 100 mil. O prejuízo da Bradespar foi influenciado negativamente pela amortização de ágio de investimentos de R$ 443,0 milhões e pelo resultado financeiro líquido, negativo em R$ 167,4 milhões, segundo a empresa.

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