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Premiê da China diz que inflação ainda preocupa

O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, afirmou hoje que não vai permitir uma alta dos preços ao consumidor no país e que a China lidará com a inflação por meio do controle de liquidez. Wen fez a declaração durante um bate-papo online com usuários da internet. Ele disse que a inflação ainda é uma preocupação pública, apesar de o crescimento do Índice de Preços ao Consumidor do país, uma importante medida da inflação, ter ficado abaixo da expectativa do mercado, em 4,9% em janeiro, ante o mesmo mês do ano passado.

AE, Agencia Estado

27 de fevereiro de 2011 | 13h13

Manter a estabilidade dos preços tem sido a prioridade do desenvolvimento econômico da China, uma vez que o rápido aumento dos preços ao consumidor não só afetará a vida do povo, mas também prejudicará a estabilidade social, disse Wen. Pequim tem ampliado sua luta contra a inflação porque a alta dos preços dos alimentos e de outras commodities apresenta um crescente risco à economia. A China adotou uma série de medidas para controlar os preços, incluindo programas para ampliar a produção de grãos e políticas monetárias envolvendo o controle de liquidez.

Porém, Wen disse que o povo chinês deve compreender que a inflação é, atualmente, um problema que não existe apenas na China. "Os preços globais dos grãos subiram 15% desde novembro e o petróleo atingiu US$ 100 (o barril) em um dado momento", disse Wen. As informações são da Dow Jones.

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