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Presidente diz que Oi poderá vender ativos para reduzir dívida

Zeinal Bava afirma que captura de sinergias da fusão com a PT poderá superar os R$ 5,5 bi inicialmente projetados

O Estado de S.Paulo

30 de novembro de 2013 | 02h17

A Oi está em processo de venda de ativos para reduzir a dívida, em paralelo à operação de aumento de capital que envolve a fusão com a Portugal Telecom (PT). As sinergias previstas dessa união, calculadas em R$ 5,5 bilhões, são conservadoras na opinião do presidente da Oi Zeinal Bava, que veio da PT.

O executivo diz manter olhar vigilante sobre o movimento de consolidação em telefonia no Brasil, embora defenda crescimento orgânico. Essas informações estão em um documento com a transcrição do encontro que o presidente da Oi teve com o Morgan Stanley no último dia 20, em Barcelona, que foi divulgado ontem.

Na entrevista concedida durante evento do Morgan Stanley, Bava diz que a fusão foi processo natural da relação entre Oi e PT, dado que a parceria começou em 2010. "Ao longo dos últimos seis a nove meses, acho que os níveis de conforto dos conselhos da Portugal Telecom e da Oi subiram substancialmente em termos de compreensão dos negócios no Brasil e em Portugal."

Na ocasião do anúncio da fusão, em outubro, com a criação de uma empresa chamada CorpCo, a Oi divulgou previsão de sinergias operacionais e financeiras no valor presente líquido de R$ 5,5 bilhões. Desse montante, frisou Bava no encontro em Barcelona, R$ 3,3 bilhões são operacionais e R$ 2,2 bilhões, financeiros.

Bava elencou três prioridades para os negócios da Oi: corrigir o perfil de fluxo de caixa, consolidar o modelo de negócio e continuar a crescer. / LUANA PAVANI

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