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Presidente uruguaio diz que Mercosul é soma de pobrezas

O presidente do Uruguai, Jorge Batlle, está na contramão nos projetos que o presidente eleito do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva tem para revitalizar e reforçar o Mercosul. Para Batlle, o "Mercosul é a soma de dificuldades e pobrezas".Ele disse que quando assinou os acordos do Mercosul pensou estar integrando-se a um mercado de 170 milhões de brasileiros e de 36 milhões de argentinos, mas não foi isso o que ocorreu. "Sendo um país muito pequeno, nos integramos a um Mercosul que é uma área geográfica de dimensão importante, mas que tem instabilidades financeiras e econômicas de tal natureza que não dão a nenhum de seus membros a capacidade de competir no mundo", afirmou. "Por isso, é preciso assinar acordos coletiva ou bilateralmente, com Europa ou México, Canadá e Estados Unidos."Para o presidente uruguaio, o Mercosul "carece de forças internas" para impulsionar as reformas de Estado e a transformação do setor privado que se necessitam para transformar os membros em países modernos.Batlle disse que tais mudanças só podem ocorrer através de "uma porta alheia" e utilizou novamente como exemplos alianças comerciais com o Nafta (bloco que reúne os EUA, México e Canadá) ou a União Européia. "Se o Uruguai não se integrar a este mundo, continuaremos nos destruindo entre nós mesmos", disse.

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