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Presidentes da Câmara e do Senado pretendem aprovar Previdência em 60 dias, diz Guedes

Em evento nos Estados Unidos, o ministro da Economia afirmou também que a reforma levará o Brasil a sanear as contas públicas em até 15 anos

Thaís Barcellos e Denise Luna, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2019 | 16h43
Atualizado 17 de maio de 2019 | 10h32

RIO E SÃO PAULO - Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), prevêem que a reforma da Previdência será aprovada em 60 dias, afirmou nesta quinta-feira, 16, o ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento nos Estados Unidos.

"Isso vai ser maravilhoso, vai mudar totalmente a perspectiva do País", emendou, durante fala curta na entrega de prêmio ao presidente Jair Bolsonaro, em Dallas, no Texas.

O ministro afirmou que, com a reforma, o Brasil vai ter um saneamento fiscal no horizonte de 10 a 15 anos. Segundo ele, o País gasta US$ 100 bilhões por ano com o pagamento de juros, "sem poder sair da pobreza". Ele disse ainda que a aprovação da reforma vai possibilitar que o País volte a crescer.

Durante seu discurso, Guedes também citou Banco do Brasil e Bank of America (BofA) Merrill Lynch, além de Embraer e Boeing, ao falar sobre oportunidades econômicas envolvendo instituições dos dois países. O ministro disse ainda que Bolsonaro vai unificar a América Latina com uma economia de mercado, ao contrário da esquerda, "que procurou unificar a América Latina com ideias obsoletas".

Mais cedo, durante palestra no 91º Encontro Nacional da Indústria de Construção (Enic), no Rio, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que somente depois que houver a aprovação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, em junho, e no Senado, em julho, o Brasil poderá entrar num processo de prosperidade.

Ele afirmou que pela primeira vez o governo enviou uma "reforma de verdade" da Previdência, ao contrário dos governos anteriores, porque de maneira inédita, segundo ele, o governo separou a previdência da assistência.

"Durante décadas isso foi propositalmente misturado (assistência e previdência), e estamos fazendo uma reforma para todos, tanto que os pensionistas de militares vão pagar também".

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