Presidentes de BCs apontam 'incertezas'

Apesar da melhora na economia internacional, ainda persistem incertezas relevantes, em particular sobre a robustez da recuperação dos países avançados. Esta foi das conclusões obtidas na 27.ª reunião de presidentes dos Bancos Centrais do Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Peru, Bolívia, Chile, Equador e Paraguai, realizada ontem em Buenos Aires. O encontro não contou com a presença da Venezuela.

MARINA GUIMARÃES, CORRESPONDENTE / BUENOS AIRES, O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2014 | 02h05

Os presidentes dos BCs disseram, em comunicado conjunto, distribuído à imprensa, que é esperada a continuidade da contribuição do dinamismo ao crescimento por parte das economias emergentes. A nota destacou que uma das fontes de incertezas na economia global é o impacto da redução das políticas de expansão monetária dos EUA. No entanto, as autoridades monetárias ponderaram que essa redução poderá ser um elemento positivo no médio prazo, e pode ter um efeito sobre os preços dos produtos básicos e os mercados financeiros.

Na nota, os presidentes dos BCs voltaram a ressaltar que os países da América do Sul enfrentam esta conjuntura com fundamentos econômicos sólidos, com "baixos níveis de endividamento externo" e " um nível adequado de reservas internacionais".

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