Stringer/Reuters
Stringer/Reuters

Pressão sobre a economia da China vai persistir, diz BC

A pressão sobre a economia da China vai persistir no segundo semestre deste ano, já que é pouco provável a recuperação do crescimento nos gastos com infraestrutura e com exportações, afirmou o diretor da divisão de Estatísticas do Banco Central chinês, Sheng Songcheng.

REUTERS

03 de agosto de 2015 | 03h00

As empresas chinesas não estão otimistas sobre as perspectivas de negócios, de acordo com a pesquisa do segundo trimestre do banco central, afirmou Songcheng. Pressionado pela desigual demanda doméstica e de exportação, fracos investimentos e alto uso da capacidade instalada das fábricas, o crescimento da China deverá desacelerar para cerca de 7% este ano, o mais baixo em um quarto de século.

A queda nos mercados acionários do país desde meados de junho contribuiu para preocupações sobre a economia e reforçou as expectativas de que os formuladores de política econômicas vão lançar mais medidas de apoio nos próximos meses.

O Banco Central do país já cortou as taxas de juros quatro vezes desde novembro e repetidamente afrouxou as restrições à concessão de empréstimos do banco em sua campanha de estímulo mais agressiva desde a crise financeira global. Songcheng disse que a autoridade monetária precisa intensificar o monitoramento sobre os veículos de financiamento dos governos locais. 

Tudo o que sabemos sobre:
Chinaeconomia

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.