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Previ agora mira fusões no setor de eletricidade

Depois de costurar a fusão entre os grupos de telefonia Oi e Brasil Telecom, a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, crê que a energia elétrica é outro segmento que precisa de consolidação. O plano é fundir as duas empresas em que tem participação, CPFL e Neoenergia. Mas, diante das dificuldades, busca oportunidades de aquisição para a última.

AE, Agencia Estado

14 de agosto de 2009 | 09h06

?A Previ trabalhou no descruzamento do setor de siderurgia e mineração, de petroquímica e telecomunicações. Agora, o setor que precisa de investimentos de reposicionamento da Previ é o setor elétrico?, afirmou o diretor de Investimentos do fundo, Fábio Moser. Antes, lembrou o executivo, o setor era mais regionalizado, mas agora tende a gerar grandes grupos nacionais.

Embora admita o interesse em uma fusão entre CPFL e Neoenergia, Moser sinaliza que o negócio é praticamente inviável. ?Não é fácil alinhar o interesse de uma operadora de energia elétrica e uma construtora?, comenta. Além da Previ, está no bloco de controle da CPFL a Camargo Corrêa. Na Neoenergia, a sócia é a espanhola Iberdrola. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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