'Prévia da inflação', IPCA-15 registra menor patamar para maio desde 2000

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'Prévia da inflação', IPCA-15 registra menor patamar para maio desde 2000

Resultado, porém, foi maior que o visto em abril por conta do reajuste no preço dos remédios

Daniela Amorim, O Estado de S.Paulo

23 de maio de 2017 | 09h31

RIO - A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) teve o menor resultado para meses de maio desde o ano 2000, quando ficou em 0,09%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA.

Em maio de 2016, a alta foi 0,86%. Como resultado, a taxa acumulada em 12 meses desacelerou de 4,41% em abril para 3,77% em maio, o menor patamar desde julho de 2007, quando estava em 3,71%. 

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O resultado, porém, foi maior do que o avanço de 0,21% visto em abril. A pressão veio do preço dos remédios, que subiu 2,08%, liderando o ranking de maiores impactos sobre a inflação do mês de maio.

O item foi responsável por 0,07 ponto porcentual da alta de 0,24% registrada pelo IPCA-15, como consequência do reajuste anual em vigor desde 31 de março, variando entre 1,36% e 4,76% conforme o tipo de medicamento. O movimento já resultou no encarecimento de 2,96% dos remédios, quando considerados os aumentos de abril (0,86%) e de maio (2,08%).

Pelo segundo mês consecutivo, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais apresentou a mais elevada variação de grupo: passando de 0,91% em abril para 0,84% em maio. A segunda maior variação de grupo no IPCA-15 deste mês foi de Vestuário (0,74%).

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