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Prévia do IGP-M de maio indica inflação de 0,17%

Não fosse o efeito dos aumentos de preços dos combustíveis, a primeira prévia do IGP-M de maio, que fechou em 0,17%, teria registrado uma deflação. Apenas o grupo de combustíveis (gasolina, dieesel e gás de cozinha) gerou um impacto de 0,22 pp no índice. Excluído este efeito, a prévia teria fechado em uma deflação de 0,05%, segundo o chefe do Departamento de Estudos de Preços da FGV, Paulo Sidney de Melo Cota. No índice de preços ao atacado (IPA), que fechou a prévia em 0,11%, a contribuição dos combustíveis foi de 0,26 pp. Já no índice de preços ao consumidor (IPC), que ficou em 0,29%, a contribuição do grupo foi de 0,20 pp. Ao contrário do grupo de combustíveis, os preços agrícolas seguraram a inflação. No IPA, o grupo de produtos agrícolas registrou queda de 1,02%, enquanto os proutos industriais avançaram 0,52%. As principais pressões de alta no atacado foram do leite in natura (4,31%), óleo dieesel (2,71%) e gasolina (3,88%). Dentre os 15 principais produtos que registraram recuo de preços, 13 foram agrícolas. Houve queda de 11,54% no preço dos ovos, 2,26% no preço da carne bovina, 4,07% nas aves, 25,2% no preço do tomate. No índice ao consumidor, as principais altas vieram da gasolina (3,73%), eletricidade residencial (1,98%), no gás de cozinha (5,87%) e nos jornais (4,24%). "Caso não haja novas pressões de combustíveis, os próximos índices de inflação mensais vão ficar mais baixos, porque os produtos agrícolas vão continuar ajudando", disse Cota. Para o economista, a segunda prévia do IGP-M deverá ficar em torno de 0,20% a 0,25%.

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